Rondônia concorre ao “Prêmio Anu 2010” promovido pela CUFA

Publicado: 26/12/2010 em cidadania
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A Central Única das Favelas – CUFA criou o “PREMIO ANU 2010” para chamar a atenção da sociedade para os projetos socioculturais que impactaram positivamente as comunidades populares durante o ano de 2010 e Rondônia está concorrendo com cinco entidades e faltam apenas 4 dias para encerrar a votação.

A CUFA desenvolve seus projetos visando o fortalecimento da cidadania, trabalhando o social e este prêmio vem para valorizar e reconhecer publicamente iniciativas desenvolvidas em favelas e demais espaços em desvantagens sociais, gerando bem comum para a população, auto-estima das comunidades, trabalho, renda, qualidade de vida e equilíbrio social.

Você que mora em Rondônia, conhece as entidades inscritas? Então pode votar:  http://www.premioanu.com.br/

Nome do Projeto: Grupo Casa De Criola
Instituição: Brasil Local Rondônia
RESUMO DO PROJETO: Um grupo de artesãs/os que articula produção e comercialização de vários produtos na perspectiva de rede de solidariedade. A iniciativa tanto disponibiliza espaço para comercialização de produtos de várias comunidades, sobretudo oriundos de comunidades de baixa renda e quilombolas, como promove formação e capacitação para o trabalho artesanal e articulação da economia solidária.
Atualmente são aproximadamente 5 pessoas envolvidas na coordenação direta dos trabalhos de comercialização, 5 na produção em cada grupo participante e 2 na articulação da economia solidária apoiando a organização de eventos de formação, de controle social, desenvolvimento, capilarização do Fórum Rondoniense de Economia Solidária. Ao todo no projeto temos 30 pessoas envolvidas. Bairro Ayrton Sena Zona Leste de Porto Velho.

Nome do Projeto: Geração De Renda
Instituição: Kanindé – Associação De Defesa Etnoambiental
RESUMO DO PROJETO: Desenvolvemos diversas atividades de estudos e pesquisas, diagnósticos e planos de gestão em terras indígenas, vigilância e fiscalização, apoio à produção, capacitação de indígenas e não indígenas em legislação, uso de GPS, manejo da floresta, fortalecimento de organizações indígenas, acompanhamento de políticas públicas, entre outros. Tibos indigenas: Surui, Uru eu auu, gavião e arara

Nome do Projeto: PROJETO MARIAS
Instituição: JOCUM- Jovens Com Uma Missão
RESUMO DO PROJETO: À beira do Rio Madeira, na cidade de Porto Velho/RO, vivem meninas adolescentes em situação de risco pessoal e social, sem perspectivas futuras. Situações de incesto e gravidez precoce têm feito parte do cotidiano de muitas famílias que vivem nas comunidades semi-ribeirinhas da capital. Devido ao intenso trânsito de caminhões e balsas, famílias vivem de empregos temporários no carregamento para escoamento das mercadorias. Com isso, as adolescentes ficam ainda mais expostas à prostituição. O Projeto Marias atende meninas adolescentes de 11 a 18 anos que vivem em cinco comunidades diferentes. A proposta de trabalho é viabilizar o protagonismo juvenil, oferecendo atividades que encorajem a visualizar possibilidades futuras. Atividades realizadas: visitas domiciliares, palestras, atendimento médico, esportes, orientação psicológica e cursos profissionalizantes.

Nome do Projeto: Educação Solidária “A Caminho Da Universidade”
Instituição: Associação De Moradores Dos Setores 8 E 9
RESUMO DO PROJETO: Projeto desenvolvido para pessoas que não podem custear cursos prepartorios para a universidade. Os alunos recebem da Assoc. o material didatico para que os mesmos possam estudar.Além disso, ocorre o teste vacacional por piscólogo e existem diversos casos de alunos que ingressaram na Universidade Pública.

Nome do Projeto: Formação De Comunidades E Lideranças Indígenas
Instituição: Conselho Indigenista Missionário
RESUMO DO PROJETO: Nosso projeto estar na formação de comunidades e lideranças indígenas, visando o fortalecimento da identidade étnica dos povos indígenas que vivem no anonimato desta sociedade anti-indígenas, (por medo das represálias) dando visibilidade à sua cultura, contribuindo na reafirmação da identidade e retomada de seus territórios tradicionais. é no apoio a realização de assembleias e encontros de formação, contribuindo na luta pela terra, no fortalecimento e no resgate da dignidade cultural destes povos indígenas, suas organizações e movimentos, destacando os cinco povos resistentes, os onze povos que estão na luta pela revisão de limites, apoiando as retomadas aos seus territórios tradicionais, como também, os professores indígenas – pesquisadores da história cultural do povo, a organização e suas mobilizações como força política junto ao estado brasileiro.

(Este blog com informações da CUFA)

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