Fúria do Banzeiro: Enchentes, dinheiro e TCU

Publicado: 19/01/2011 em cidadania

O que estamos assistindo neste nosso país, especialmente no sudeste, é uma verdadeira fúria da natureza e pensando bem é simplesmente a resposta que o homem está tendo de sua irresponsabilidade com o meio ambiente.

Parte da letra da canção Fúria do Banzeiro (banda Estação Vapor)… “A natureza provocada mostrou a sua ira em forma de protesto não poupou nenhuma vida”.

A  banda portovelhense se apresentou durante a 6ª Mostra SESC Rondônia de Música realizada em 2009 e trouxe em sua mensagem a possível catástrofe no rio madeira com uma invação das águas em Porto Velho, mas claro que isso é apenas uma letra de música e os componentes acreditam que isso jamais acontecerá por aqui.

No Rio de Janeiro é muito triste o que está ocorrendo, passa de 700 mortos, é o maior desastre já registrado no país e isso começa repercutir em várias regiões do país.

Governos Estaduais e Federal

A atuação firme e proativa dos governos federal e estaduais é fundamental para evitgar ou amenizar o sofrimento de milhares de brasileiros e brasioleiras. Enquanto os governos não atuarem de forma proativa, inclusive com custo menor que socorrer depois, com milhões de reais dos cofres públicos, gasto que poderá ser reduzido em pelo menos 3 vezes, conforme declaram pesquisadores brasileiros.

Só depois desta tragédia que a Câmara resolve discutir propostas que facilitam socorro às vítimas de desastres. Confira a notícia

TCU fiscalizará repasses para cidades atingidas pelas chuvas

Segue a íntegra da letra:

FÚRIA DO BANZEIRO
(Autores: André Porto, Celso Gomes e Jeferson Marques)

Vou lhe contar menina
A história de uma usina
Uma fatalidade
Inundou a cidade

E nem Santo Antonio mostrou a santidade
E foi-se o vilarejo
Sem dó nem piedade

E o velho madeira disse comunique
Que a Mad Maria
Já virou um Titanic

E para os animais foi um desespero
Na hora da fúria do grande banzeiro

O mal já está feito
O Porto alagado
Está tudo perdido, perdido, perdido
E o leite derramado

Falaram da usina
Mas nunca do dourado
Do metal precioso
Que não foi declarado

A natureza provocada
Mostrou a sua ira
Em forma de protesto
Não poupou nenhuma vida

(ilustração e foto: Internet)

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comentários
  1. andre PORTO disse:

    Boa abordagem amigo Celso!
    O seu blog está ótimo!
    Abraços
    André Porto

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