A espera do milagre

Publicado: 06/02/2012 em cidadania, reflexão

Gosto de visitar pessoas que ainda não conheço também.  No domingo (5/3) peguei minha câmera fotográfica sai para visitar algum lugar, e o destino foi a margem do rio Madeira, no Cai N’Água, colado com o centro de Porto Velho.

Algumas cenas me deixou muito triste. Uma delas foi de um menino que tentava se distrair brincado com seu celular, cuidando da parte da casa que o banzeiro das águas ainda não levou.

Mais à frente conversava com uma senhora que do lado de fora da casa esperava enquanto seus móveis eram colocados em um caminhão, que levaria sabe lá pra onde. Ela mesmo não sabia para onde levariam. Falou que há alguns dias em um telefonema avisam que teria apenas 30 minutos para abandonar sua casa com tudo dentro, imaginem o desespero.

Desde então ela faz companhia para dezenas de famílias que estão alojadas em pousadas e hotéis da Capital, ondem aguardam alguma solução  e informações sobre o futuro de todos,  após as aberturas de comportas da Usina Hidrelétrica.

Espera-se que este impasse seja superado de imediato. O sentimentos dos moradores que ainda habitam é que as casas anoitecem mas não se sabe de amanhecem.

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