A força de trabalho e a conscientização dos agentes de transformação da sociedade

Publicado: 26/02/2012 em cidadania, reflexão, Rondônia
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A automação dos meios de produção tem gerado altos lucros a poucos e redução de postos de trabalho a muitos.  Os trabalhadores são chamados hoje de colaboradores, mas participam apenas da produção e em raras oportunidades podem ter o privilégio de ter reflexos em seus ganhos pecuniários.

Esta prática também migra para o serviço público, que dos servidores lhe é cobrado o cumprimento de metas e mais metas, e da mesma forma da iniciativa privada não há uma contrapartida pecuniária para tanto. O congelamento por vários anos dos salários dos servidores é uma amostra.

Tudo isso, tem levado grande parte dos trabalhadores a níveis de estresse, absenteísmo e outras doenças que advém das pressões dos gestores, que por sua vez também recebem pressões para cobrarem cumprimentos de metas. O que não se refuta a um pecado mortal, mas há que se levar em conta que precisa-se fazer mais alguma coisa pela humanização e respeito à força de trabalho.

O mundo torna-se mais competitivo, de forma desproporcional aos investimentos dedicados ao conhecimento, ciência e a educação no país. Os movimentos sociais, desenvolvidos através dos Sindicatos, Federações, Confederações e Centrais, ainda são tímidos frente às necessidades gerais da população.

Os debates são travados nas cúpulas desses movimentos, em uma boa parcela, com o pensamento quase que exclusivo na arrecadação, imposto sindical, entre outros. O papel que cada sindicalista pode exercer em suas comunidades é muito maior que a sua abrangência na categoria profissional que atua.

Luzes amarelas e vermelhas acendem

Neste ano de 2012, em Rondônia por exemplo, os poderes constituídos têm feito sua parte. Os resultados parciais da Operação Termópilas, e mais recente a aprovação pelo Supremo Tribunal Federal, da validade para aplicação da Lei Complementar n. 135 (Ficha Limpa), acendem as luzes amarelas e vermelhas para todos nós como alerta e sinal de momento de transformação e correção de rumos.

Em nome do combate efetivo e direto à cultura do “vamos levar vantagem em tudo”, é chegada a hora de “inundar nossa sociedade de mentes conscientes” e os movimentos sociais e sindicais têm todos os instrumentos para fazer muita diferença, em especial aos cidadãos com menor acesso à informação, que são presas fáceis daqueles que não têm compromisso com a qualidade e estilo de vida que nossa sociedade tanto necessita, para ser mais justa e humana.

A realização de cursos de formação, conscientização e preparação das pessoas como agentes de transformação da sociedade que queremos, começa na nossa própria rua, bairro e município, onde moramos, e amplia-se para todo o país. Uma das melhores armas para diminuir a corrupção e melhorar o compromisso com tudo isso ainda é o sagrado direito de votar e escolher bem, independentemente da cor partidária do candidato.

(Visitem também o facebook: jornalistacelsogomes )

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comentários
  1. RKX (@rkuppe) disse:

    O eleitor desta geração ainda não sabe votar. Talvez da próxima, se conseguirmos erradicar o analfabetismo.

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