Porto Velho ainda tem o menor percentual brasileiro de atendimento de água e esgoto

Publicado: 02/12/2012 em cidadania, reflexão

As pesquisas apontam que Porto Velho, capital de Rondônia, está mesmo na lanterninha quando o assunto é atendimento da população com o sistema de rede de água e esgoto. Em recente evento realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo o professor Antônio Luz de Carvalho, da Fundação Getúlio Vargas e membro da Fundação Ecológica Nacional – FEN apresentou alguns números da região norte.

Pequeno recorte da situação no centro de Porto Velho, a 80 metros da sede do TRT

Pequeno recorte da situação no centro de Porto Velho, a 80 metros da sede do TRT

Não queremos agora apontar quem deveria ter feito e não fez etc., mas precisamos olhar para frente e buscar soluções concretas para resolver o problema ou pelo menos elevar o nível de atendimento para a média brasileira de 44% e sairmos dos minguados 1,6%, de acordo com a pesquisa IBGE – PNSB 2008.

O prefeito eleito de Porto Velho, Mauro Nazif, tem entre seus compromissos de campanha a aplicação imediata da verba que já está destinada pelo PAC para o saneamento básico e resolver senão todo, mas grande parte do problema, inclusive quanto ao fornecimento de água encanada para a população.

Os números da pesquisa apontam percentuais de domicílios com acesso à rede geral de esgoto no país, que passou de 33,5% em 2000 para 44% em 2008. Apenas no Sudeste mais da metade dos domicílios (69,8%) tinham acesso à rede geral, seguido do Centro-Oeste (33,7%), Sul (30,2%), Nordeste (22,4%) e Norte (3,8%).

As únicas unidades da federação com mais da metade dos domicílios atendidos eram Distrito Federal (86,3%), São Paulo (82,1%), e Minas Gerais (68,9%). Rio de Janeiro (49,2%) e Paraná (46,3%) ficavam próximos da marca de 50% e se situavam acima da média nacional (44%).

Os demais estados tinham menos de um terço dos domicílios atendidos, ficando Amapá (3,5%), Pará (1,7%) e Rondônia (1,6%) com as menores coberturas.

É possível estimar que os investimentos em saneamentos básicos pelo poder público ou privado trazem possíveis retornos na melhoria de qualidade de vida da população e amenizam as estatísticas de atendimento da saúde a todos.

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