Política nas rodas de conversas

Publicado: 10/11/2013 em cidadania, educação, política, reflexão

rodas de conversa fabio arantesInteressante os olhares sobre o fazer política no Brasil. Uns parecem bem esclarecidos ao mesmo tempo que demonstram ceticismo, vai entender! Todos estão certos? Eis a dúvida. Mas dependendo do ponto de vista do cidadão, da cidadania e do comprometimento, fica um pouco mais fácil perceber, mas muito longe da compreensão do censo comum das pessoas, que votam porque é obrigatório e não por entenderem a força do instrumento de transformação que têm às mãos. 

O amontoado de consoantes e vogais formam as siglas dos partidos. Os estatutos lidos com bastante calma e atenção nos fazem chorar por sua perfeição e como são lindos e profundos em suas filosofias. Porém, na prática é que existem as distâncias, independentemente do partido político, pois quem faz acontecer ou não são as pessoas. Ninguém arriscaria dizer que em tal partido só tem gente séria e por outro lado dizer que em todos só existem aproveitadores, corruptos e desonestos. 

Todos têm seus Comitês de Ética entre outras. Atualmente no Brasil ainda não é possível alguém se eleger sem estar devidamente filiado a uma sigla partidária, afinal, tudo começa com a assinatura da ficha de filiação. 

Independe da cor ou bandeira partidária, em todos existem pessoas de bem, que realmente se sacrificam e dividem suas tarefas e atenções entre família e o trabalho político, mas para a grande massa da população, todos são iguais e “ladrões”. A imagem da classe política segue arranhada. 

No ano de 2014 novas campanhas, com velhos políticos e práticas, mas também oportunidade de conhecer novos discursos e ideias. Agora, a isonomia nas condições e estruturas de campanha ainda deverá ficar apenas na intenção. A reforma política não saiu do papel, e ninguém é bobo de achar que o congresso quer reforma eleitoral urgente. As mudanças vão acontecendo aos poucos, mas a reforma que o país precisa é de mentalidade e atitude do seu povo. 

Rodas de conversas 

Fundamental criar as rodas de conversas nas escolas do ensino fundamental à Universidade para discutir política com responsabilidade e clareza. Experimente perguntar a um jovem adolescente de 15 a 17 anos sobre o que ele ou ela pensa das representações políticas a partir do seu bairro até o macro, no Congresso Nacional e presidência do país.

(Texto: Celso Gomes. Foto: Fábio Arantes)

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