IMAGEM QUEBRA CABEÇA - DNA

Uma rica paradinha para olhar no retrovisor e trazer à lembrança momentos de uma infância e adolescência pura e inocente, de grande respeito aos pais, tios e avós, que pouco se compara ao que se vive hoje nas famílias brasileiras.
O que mudou? É um conjunto de coisas que influenciaram gerações e uma comparação com as crianças e adolescentes em pleno ano 2015 é inevitável. O avanço tecnológico talvez tenha sido um dos responsáveis nesta mudança de comportamento.

Bons tempos em que as famílias faziam as três principais refeições do dia com todos à mesa. Os pais educavam seus filhos e não deixavam a cargo dos professores nas salas de aula. Merenda na escola? Ah! isso não existia.
Um olhar de reprovação do pai ou da mãe ao filho é o que bastava para que ele percebesse que cometeu algo errado e que não iria se repetir. Os adolescentes de hoje não conseguem interpretar um olhar da reprovação dos pais, vivem outro momento da história, relutam em acreditar que era possível sobreviver sem internet, celular, tablete, notebook, vídeo-games, etc.

A tecnologia tem deixado pessoas solitárias, na busca de inclusão, com sensação de pertencimento a alguma tribo. Atrás dos teclados e aparelhos de smarthphone se escondem, quem sabe, em fuga ao enfrentamento da vida.
Permeia a sensação de que se vive em comunidades físicas e as pessoas permanecem em suas vidas virtuais, nas redes enquanto curtem, comentam e compartilham suas conversas e postagens. A distância da futilidade é muito importante, enquanto o mundo é real.

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Em recente seminário de Educação em Saúde, realizado na terça-feira (25/11) pela Secretarweb celso apresia Municipal de Saúde do Município de Porto Velho, tive a oportunidade de falar aos profissionais de saúde sobre o tema “Gerenciamento de Conflitos”. Um aprendizado e me fez compreender um pouco melhor acerca dos gargalos do dia a dia nos atendimentos de quem precisa na hora da dor.

O evento teve uma programação bastante eclética e creio que proveitosa também aos médicos, enfermeiros e atendentes presentes.  Louvável a iniciativa da Semusa em trazer à luz o debate  “Educação em Saúde – Práticas Exitosas no SUS” aos profissionais da área para aprimorar conhecimentos e assim qualificar ainda melhor para a prestação de serviço à população.

No tocante a minha participação foi fazer uma reflexão sobre “Gerenciamento de Conflitos”, abordando pontos fracos e fortes e fontes de possível geração de conflitos. Antes fiz uma breve incursão presencial em algumas unidades da Capital, conversei com alguns profissionais da área de saúde. Todas as etapas do atendimento nas Unidades de Saúde são importantes, mas particularmente entendo que o acolhimento humanizado (porta de chegada) é um dos pontos que não é recomendável estar fragilizado, pela estratégia de se evitar conflitos e crises de imagem perante a opinião pública.

É no setor de Acolhimento que a pessoa (pai, mãe, avô etc), chega com alguém da família em momento de dor e desespero, as vezes até por não saber que tipos de riscos está o paciente precisa ser bem atendido, e é nessa hora que precisa-se de atenção, compreensão, paciência e atendimento humanizado.

Por outro lado, os profissionais da área de saúde precisam de qualidade de vida. Do ambiente de trabalho à satisfação salarial. Do contrário se perdem nos plantões enlouquecidos para dar conta do sustento de suas famílias, o que inevitavelmente refletirá na qualidade do atendimento ao cidadão.

web banner seminarioÉ praticamente impossível um enfermeiro, por exemplo, fazer plantão de 24horas em uma unidade, e na sua “folga” correr para outro plantão em outro Hospital ou Clínica, a família fica desguarnecida de carinho, afeto e, sobretudo, a presença deste pai ou desta mãe que por escolher uma profissão que salva vidas, coloque a sua própria em risco.

Quando falamos em Gerenciamento de Conflitos, precisam-se avaliar todos os aspectos e elencar os pontos frágeis que, se não observado, desencadeiam crises, no caso crise de imagem perante a opinião pública, que se inicia com situações aparentemente simples.  O fluxo da comunicação exerce um papel preponderante neste sentido. O endomarketing (comunicação interna) deve existir sempre em toda e qualquer organização pública e/ou privada. De uma Unidade Básica de Saúde do baixo-Madeira até o Ministério da Saúde em Brasília.

Gostar de Gente

Em qualquer que seja a área de prestação de serviços o atendimento ao público é fundamental que seja de excelência. Um ponto de partida de identificação de pessoas adequadas para prestação de atendimento ao cidadão é o quesito “gostar de gente”. Nada ou quase pouco poderá acrescentar com cursos de capacitação se o servidor não ter esse princípio básico no trato com o público.

Assessoria de Imprensa

A Assessoria de Imprensa exerce uma função preciosa no gerenciamento do fluxo da informação, e alguns casos, em sintonia com uma Ouvidoria atuante, melhor ainda para acompanhar e manter o bom atendimento e a imagem positiva com a opinião publica, e  com os públicos internos e externos.

A Saúde das pessoas não pode esperar uma licitação que tem resultado deserto (sem licitante); falta de capacitação e treinamentos; ausência de comprometimento de alguns. Os profissionais da saúde, em sua maioria fazem o seu trabalho com muito amor, dedicação e sacrifícios, porém em meio a tantos existem os que ainda não têm a noção de espírito de humanidade, mas aos poucos os avanços acontecem neste sentido.

Louvável a iniciativa da Semusa em trazer à luz o debate “Educação em Saúde – Práticas Exitosas no SUS” aos Stakeholders e profissionais da área para aprimorar conhecimentos e assim qualificar ainda melhor para a prestação de serviço à população.

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